segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A VIOLÊNCIA DAS LEIS

Muitas constituições foram criadas – a começar pela Inglesa e a Americana, terminando com a Japonesa e a Turca – de modo a fazer com que as pessoas acreditassem que todas as leis estabelecidas atendiam a desejos expressos pelo povo. 
Mas a verdade é que não só nos países autocráticos, como naqueles supostamente mais livres – como a Inglaterra, a América, a França e outros – as leis não foram feitas para atender a vontade da maioria, mas sim a vontade daqueles que detêm o poder. 
Portanto elas serão sempre, e em toda parte, aquelas que mais vantagens possam trazer à classe dominante e aos poderosos. 
Em toda a parte e sempre, as leis são impostas utilizando os inúmeros meios capazes de fazer com que algumas pessoas se submetam à vontade de outras, isto é, pancadas, perda da liberdade e assassinato. 
Não há outro meio. 


 Nem poderia ser de outro modo, já que as leis são uma forma de exigir que determinadas regras sejam cumpridas e de obrigar determinadas pessoas a cumpri-las (ou seja: fazer o que outras pessoas querem que elas façam) e isso só pode ser obtido com pancadas, com a perda da liberdade e com a morte. 
Se as leis existem, é necessário que haja uma força capaz de obrigar as pessoas a respeitá-las.
E só há uma força capaz de fazer com que alguns seres se submetam à vontade de outros e esta força é a violência. 
Não a violência simples, que alguns homens usam contra seus semelhantes em momentos de paixão, mas uma violência organizada, usada por aqueles que têm o poder nas mãos para fazer com que os outros obedeçam à sua vontade. 
 Desse modo, a essência da legislação não está no Sujeito, no Objeto, no Direito, na idéia do domínio da vontade coletiva do povo ou em qualquer outra condição tão confusa e indefinida, mas sim no fato de que aqueles que controlam a violência organizada dispõem de poderes para forçar os outros a obedecer-lhes, fazendo aquilo que eles querem que seja feito. 
 Assim, uma definição exata e irrefutável para legislação, que pode ser entendida por todos, é esta: 
“As leis são regras feitas por pessoas que governam por meio da violência organizada que, quando não acatamos, podem fazer com que aqueles que se recusam a obedecer-lhes sofram pancadas, a perda da liberdade e até mesmo a morte”.
 (Leon Tolstoi, A Escravidão de nosso tempo)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

PLASTICOS QUE DANÇAM

Daniel Wurtzel http://www.danielwurtzel.com - Com uma folha de plástico, nos proporciona uma dança leve e suave,.
Ela voa dentro e para fora de vórtice de ar criada no centro de uma sala.
















HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Se você não conhece a letra do hino acompanhe aqui...
Hino da Independência do Brasil Letra de Evaristo da Veiga Música de D. Pedro I

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Os truques que os supermercados usam

O especialista em marketing da ESPM Ricardo Pastore explica como os produtos são dispostos nas prateleiras para nos influenciar a fazer mais compras.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

CAMPEÃO NA VIDA E NOS ESPORTES


Aos 16 anos, Alan Fonteles supera as limitações, recebe ajuda de um triatleta brasiliense e brilha ao conquistar títulos mundiais e uma medalha de prata nas Paraolimpíadas de Pequim.

Desde que tomou consciência de suas habilidades mais primárias, o ser humano vive de superar os próprios limites. Ele não voava e hoje se locomove mais rápido do que o som. Ele não sonhava em escalar montanhas e um dia viu o mundo da lua. Ele não falava e hoje comunica-se em ritmo frenético com qualquer lugar do globo.

O paraense Alan Fonteles foi privado da capacidade de andar. Uma falha congênita não permitiu que suas pernas se desenvolvessem completamente e elas cresceram apenas até um pouco abaixo do joelho. Mas hoje, aos 16 anos, o menino que não poderia andar, corre. E como corre…

“O Alan tinha oito anos quando veio me procurar, no Projeto Papo Cabeça, de iniciação esportiva, que a gente tem em Belém”, recorda a técnica Suzete Montalvão, que viu o dom do paraense para o atletismo nascer. “A mãe dele (Cláudia) me perguntou se ele podia treinar atletismo com os outros meninos e eu disse que sim, que não teria problemas. Mas aceitei um po uco assustada, porque aquilo era algo novo para mim. Nunca tinha treinado um atleta paraolímpico”, continuou.

O susto de Suzete, aos poucos, foi dando lugar à tranquilidade e à percepção de que Alan, de fato, era especial. “A primeira coisa que eu fiz foi conhecê-lo. Deixei-o livre e aos poucos fui percebendo a sua capacidade. Ele sempre foi um guerreiro”, resumiu.




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