A cantora Donna Summer morreu na manhã desta quinta-feira (17) após uma batalha contra um câncer de pulmão. Conhecida como rainha da disco music, ela tinha 63 anos e estava na Flórida no momento de sua morte. Muitas de suas músicas embalaram a minha adolescência.
Bagjump, salto extremo, de uma altura muito elevada, caindo em um grande saco de ar.
Daniel Mosi é um paraquedista profissional que "brinca" de BAGJUMP, demonstrando sua habilidade de saltar fazendo acrobacias e truques de mergulho a partir de uma altura incrível.
- Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe deve lhe oferecer este diploma!
Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos.
O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar num deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental.
Mirou e remirou o papel com atenção.
- Onde é que bota o retrato?
- Que retrato? - inquiriu o camelô.
- O meu, para oferecer a ela...
- Ah, compreendo, o cavalheiro quer oferecer um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo?
Timidamente, o rapaz formulou a objeção:
- Mas, se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas.
- Perfeitamente, nesse caso ela pode pendurar o quadro de costas, e o amigo fica aparecendo.
- Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está escrito aí.
- Não tem problema, cola aqui neste canto, fica até mais interessante.
O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho de postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu, consternado:
- Cabe não.
- Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana.
- Assim ele tapa as letras da escrita.
- Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Que importância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho da sua fotografia.
O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no Dia das Mães, era idéia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe.
Mas, como, se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho?
- Vai levar? - perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória - pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender.
- Bem... eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como é que eu faço para mandar para Inajaroba?
- Onde fica isso, meu chapa?
- Sergipe, então não sabe?
- Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião.
- Chega todo esbandalhado.
- Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer uma embalagem bem legal.
- Mais um favorzinho, moço - e o rapaz baixou a voz e a cabeça.
- Vai dizendo, vai dizendo.
- Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele...
- Com todo o prazer - e leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho a sua mamãe, em forma de diploma.
Dois britânicos que eram completamente cegos por muitos anos tiveram a visão parcialmente recuperada após terem se submetido a uma cirurgia pioneira.
Eles tiveram chips eletrônicos instalados na parte de trás de suas retinas, o que permitiu que eles pudessem enxergar a luz e o contorno de algumas formas.
Os chips eletrônicos contêm pixels fotossensíveis que enviam sinais para o nervo ótico e, em seguida, para o cérebro.
Um dos que se submeteram à cirurgia pioneira foi o músico Robin Millar, que disse que agora é capaz de "sonhar em cores".
Sua mãe tentava acalmar o nervoso pai enquanto pedia explicações sobre o que havia acontecido. A menina respondeu que tinha parado para ajudar Janie, sua amiga, porque ela tinha levado um tombo e sua bicicleta tinha se quebrado.
- "E desde quando você sabe consertar bicicletas?" perguntou a mãe.
- "Eu não sei consertar bicicletas!" disse a menina.
No começo do vídeo, quatro rapazes se apresentam com a mesma frase: "Eu sou um homem africano". Em seguida, ponderam: "Mas você nos conhece mesmo? Porque se você nos viu apenas nos filmes de Hollywood, deve ser isso o que pensa de nós..." Seguem dois minutos de imagens de violência, explosões, mais violência, tiroteios, crianças armadas, violência, miséria... Todas selecionadas de blockbusters como "Diamante de sangue" e "Hotel Ruanda".
Este é o mais recente vídeo da campanha educacional "Deixe de piedade, libere o potencial", da organização Mama Hope Ela anuncia seu objetivo: "construir o futuro, não um estereótipo" através da educação e, com isso, dar voz aos africanos para que eles deixem de ser vistos, pelo resto do mundo, simplesmente como "vítimas ou senhores da guerra". "Na verdade nós somos bacanas e muito gente fina. E também estamos no Facebook", protagonistas do vídeo, quatro jovens acima de qualquer estereótipo.