Há uma história maravilhosa a respeito de Jimmy Durante, um dos grandes comunicadores da geração passada.
Ele foi convidado a participar de uma apresentação para os veteranos da Segunda Guerra Mundial.
Jimmy disse que sua agenda estava lotada. Poderia estar lá por apenas alguns minutos.
Só iria à apresentação caso pudesse fazer um curto monólogo e sair imediatamente para o compromisso seguinte.
Evidentemente, o diretor concordou, satisfeito. Porém, enquanto Jimmy estava no palco, aconteceu uma coisa interessante. Ele terminou o curto monólogo e continuou no lugar.
Os aplausos eram cada vez mais intensos, e ele não se afastou dali. Passaram-se 15 minutos, 20, 30.
Finalmente, ele curvou o corpo em sinal de agradecimento e saiu do palco. Nos bastidores, alguém o parou e disse: - Pensei que você tivesse de ir embora logo. O que houve? - E eu precisava ir mesmo – Jimmy respondeu -, mas posso mostrar-lhe porque fiquei.
Vai entender se olhar para a primeira fila. Na primeira fila, havia dois homens. Ambos haviam perdido um braço na guerra.
Um perdera o direito, e o outro, o esquerdo. Juntos, conseguiam bater palmas, e era exatamente o que estavam fazendo: batendo palmas com força e gritando de entusiasmo.
Nós precisamos uns dos outros para sermos felizes. Precisamos de pessoas que pensem diferente, que sintam diferente, que ajam diferente, porque é a soma das diferenças que produz a felicidade.
Imaginar que o mundo perdeu tão doce voz para a Anorexia Nervosa, mal que se acometeu Karen, dona de tão sublime talento, o de emocionar quem a ouve. Anorexia terrivel mal que me assusta, tão proximamente. Como é possivel se obsecar pela perda de peso. Tanto possivel que levou o talento de Karen e de muitos.
Tradução de Superstar
Há tanto tempo, oh, e tão longe Apaixonei-me por você antes do segundo show Seu violão, é tão harmonioso, tão claro Mas você não está aqui É apenas o radio.
(*)Você não lembra de ter me dito eu amo você, baby? Disse que você iria passar por aqui de novo, baby? Baby, baby, baby, baby, oh baby Eu amo você, eu realmente amo.
A solidão é uma ocupação triste e eu mal posso esperar Para estar com você de novo. O que dizer para fazê-lo vir novamente? Volte para mim, e toque seu violão triste.
certo dia, um camponês bateu com força na porta de um convento.
Quando o irmão porteiro abriu, ele lhe estendeu um magnífico cacho de uvas. - Caro irmão porteiro, estas são as mais belas produzidas pelo meu vinhedo.
E venho aqui para dá-las de presente. - Obrigado! Vou levá-Ias imediatamente ao Abade, que ficará alegre com essa oferta.
- Não! Eu as trouxe para você. - Para mim ? -
o irmão ficou vermelho, porque achava que não merecia tão belo presente da natureza.
- Sim! - insistiu o camponês. - Porque sempre que bati na porta, você abriu.
Quando precisei de ajuda porque a colheita foi destruída pela seca, você me deu um pedaço de pão e um copo de vinho todos os dias.
Eu quero que este cacho de uvas lhe traga um pouco do amor do sol, da beleza da chuva e do milagre de Deus, que o fez nascer tão belo.
O irmão porteiro colocou o cacho diante de si e passou a manhã inteira a admirá-lo: era realmente lindo. P
or causa disso, resolveu entregar o presente ao Abade, que sempre o havia estimulado com palavras de sabedoria.
O Abade ficou muito contente com as uvas, mas lembrou-se que havia no convento um irmão que estava doente e pensou: "Vou dar-lhe o cacho.
Quem sabe, pode trazer alguma alegria à sua vida".
E assim fez. Mas as uvas não ficaram muito tempo no quarto do irmão doente, porque este refletiu: "O irmão cozinheiro tem cuidado de mim por tanto tempo, alimentando-me com o que há de melhor. Tenho certeza que se alegrará com isso".
Quando o irmão cozinheiro apareceu na hora do almoço, trazendo sua refeição, ele entregou-lhe as uvas. - São para você - disse o irmão doente. - Como sempre está em contato com os produtos que a natureza nos oferece, saberá o que fazer com esta obra de Deus.
O irmão cozinheiro ficou deslumbrado com a beleza do cacho e fez com que o seu ajudante reparasse na perfeição das uvas.
Tão perfeitas, pensou ele, que ninguém para apreciá-las melhor do que o irmão sacristão.
Como muitos no mosteiro o viam como um homem santo, seria capaz de valorizar melhor aquela maravilha da natureza. O
sacristão, por sua vez, deu as uvas de presente ao noviço mais jovem, de modo que este pudesse entender que a obra de Deus está nos menores detalhes da Criação.
Quando o noviço o recebeu, o seu coração encheu-se da Glória do Senhor, porque nunca tinha visto um cacho tão lindo.
Na mesma hora, lembrou-se da primeira vez que chegara ao mosteiro e da pessoa que lhe tinha aberto a porta. Fora este gesto que lhe permitira estar hoje naquela comunidade de pessoas que sabiam valorizar os milagres. Assim, pouco antes do cair da noite, ele levou o cacho de uvas para o irmão porteiro.
- Coma e aproveite - disse. Porque você passa a maior parte do tempo aqui sozinho, e estas uvas o farão muito feliz.
O irmão porteiro entendeu que aquele presente tinha lhe sido realmente destinado, saboreou cada uma das uvas daquele cacho e dormiu feliz.
Cada vez mais a tecnologia surpreende. Robôs que tocam, caminham, fazem funções quase humanas.
O robô-tocador-de-violino possui nada menos do que 17 juntas nos braços e nas mãos do novo robô humanóide, o que o torna capaz de assumir posições de forma muito semelhante ao ser humano.Menos no aspecto das emoção.
O "Robô Mobilidade" tem uma autonomia de 20 quilômetros, mas suas baterias podem ser recarregadas em apenas um hora. Ele anda a até 6 km/h e consegue subir aclives de até 10 graus. Das tecnologias incorporadas nos novos robôs, a que mais chamou a atenção é que o Sr. Mobilidade consegue seguir uma pessoa devidamente identificada, o que permite que ele funcione como um carregador de compras de supermercado ou, por exemplo, para levar uma pessoa debilitada ou deficiente para passear consigo no shopping.
Quem se lembra da Rose, a robô empregada dos Jetsons.Parece que os tempos estão chegados.