quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

AS DUAS VITUDES

Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes. Assim:


- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.

- Aos Ingleses, organizados e pontuais..

- Aos argentinos, chatos e arrogantes.

- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.

- Aos Italianos, alegres e românticos.



- Aos Franceses, cultos e finos.

- Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e políticos.

O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade!
- Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for político e honesto, não será inteligente.
- O que for político e inteligente , jamais será honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não será político!

Palavras do Senhor!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O CIRCULO DO AMOR

Certa manhã, um camponês bateu com força na porta de um convento.
Quando o irmão porteiro abriu, ele lhe estendeu um magnífico cacho de uvas.
“− Caro irmão porteiro, estas são as mais belas produzidas pelo meu vinhedo.
E venho aqui para dá-las de presente.
− Obrigado! Vou levá-las imediatamente ao abade, que ficará alegre com esta oferta.
− Não! Eu as trouxe para você.
− Para mim? Eu não mereço tão belo presente da natureza.
− Sempre que bati na porta, você abriu. Quando precisei de ajuda porque a colheita foi destruída pela seca, você me dava um pedaço de pão e um copo de vinho todos os dias. Eu quero que este cacho de uvas traga-lhe um pouco de amor do sol, da beleza da chuva, e do milagre de Deus.
O irmão porteiro colocou o cacho diante de si, e passou a manhã inteira admirando-o: era realmente lindo. Por causa disso, resolveu entregar o presente ao Abade, que sempre o havia estimulado com palavras de sabedoria.
O Abade ficou muito contente com as uvas, mas lembrou-se que havia no convento um irmão que estava doente, e pensou: ‘vou dar-lhe o cacho. Quem sabe, pode trazer alguma alegria à sua vida’.
Mas as uvas não ficaram muito tempo no quarto do irmão doente, porque este refletiu: ‘o irmão cozinheiro tem cuidado de mim, alimentando-me com o que há de melhor. Tenho certeza que isso lhe trará muita felicidade’. Quando o irmão cozinheiro apareceu na hora do almoço, trazendo sua refeição, ele entregou-lhe as uvas.
− São para você.
Como sempre está em contato com os produtos que a natureza nos oferece, saberá o que fazer com esta obra de Deus.
O irmão cozinheiro ficou deslumbrado com a beleza do cacho, e fez com que o seu ajudante reparasse a perfeição das uvas. Tão perfeitas que ninguém para apreciá-las melhor que o seu irmão sacristão, responsável pela guarda do Santíssimo Sacramento, e que muitos no mosteiro viam como um homem santo.
O irmão sacristão, por sua vez, deu as uvas de presente ao noviço mais jovem, de modo que esse pudesse entender que a obra de Deus está nos menores detalhes da Criação. Quando o noviço o recebeu, o seu coração encheu-se da Glória do Senhor, porque nunca tinha visto um cacho tão lindo. Na mesma hora lembrou-se da primeira vez que chegara ao mosteiro, e da pessoa que lhe tinha aberto a porta; fora este gesto que lhe permitira estar hoje naquela comunidade de pessoas que sabiam valorizar os milagres.
Assim, pouco antes do cair da noite, ele levou o cacho de uvas para o irmão porteiro.
− Coma e aproveite. Porque você passa a maior parte do tempo aqui sozinho, e estas uvas lhe faro muito bem.
O irmão porteiro entendeu que aquele presente tinha lhe sido realmente destinado, saboreou cada uma das uvas daquele cacho e dormiu feliz”.

Paulo Coelho – O Zarrir

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

QUAL O SEXO DO SEU CÉREBRO


Será que o seu cérebro tem o mesmo sexo que seu corpo?

Faça o teste e descubra!
Link: Qual é o sexo do seu cérebro?
Caramba, passei raspando...

sábado, 30 de janeiro de 2010

ADVOGADO NA PRAIA

Um advogado está tranquilamente tomando sol na praia, quando uma bela senhora se aproxima:
- Doutor Fernando, o que faz por aqui?
O advogado, querendo mostrar que advogados também podem ter veia poética, responde com ar conquistador:
- Roubando raios de sol...
A senhora, sorrindo docemente:
- Vocês, advogados, sempre trabalhando...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

VIVEMOS DE SONHOS

Vivemos de sonhos...bem...nem todos vivem, alguns são pé no chão demais.
Este comercial da loto mostra o sonho de um homem cego se realizando.
A alegria dele estampada em seu rosto é de mexer com os sonhadores.
Você sonha demais ou é pé no chão?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Pernell Roberts (1928-2010)

DO SITE REVISTA TV SÉRIES


Roberts, Lorne Greene, Dan Blocker e Michael Landon em "Bonanza"
Famoso pela série "Bonanza", o ator faleceu neste último domingo, dia 24 de janeiro, em sua casa em Malibu aos 81 anos de idade vítima de câncer no pâncreas.

Nascido em 18 de maio de 1928, em Wacross, Georgia, Pernell era filho de um vendedor de refrigerantes. De temperamento rebelde, foi expulso uma vez do colégio e duas vezes da Universidade. Ao voltar a estudar, Roberts formou-se em arte dramática, envolvendo-se com a produção de várias peças e apresentando-se em teatros itinerantes. Mais tarde, uniu-se ao Teatro de Arena em Washington, além de outros grupos, até chegar à Broadway com a peça "The Lovers", ao lado de Joanne Woodward. O ator fez um certo nome no meio teatral, ganhando prêmios em produções off-Broadway.

Chegou às telas do cinema em 1958 e à televisão no mesmo ano em participações especiais em séries como "Gunsmoke", 'Cheyenne", "O Paladino da Justiça", "Histórias do Velho Oeste", e "77 Sunset Strip".


Quando recebeu a proposta de interpretar Adam Cartwright em uma nova série a ser filmada à cores chamada "Bonanza", Pernell não se entusiasmou pela idéia. Mas, eventualmente foi convencido a dar uma chance à produção com a qual assinou um contrato de cinco anos. No entanto, desde o primeiro dia de filmagem, o ator começou a criar problemas discutindo constantemente com os roteiristas e produtores exigindo melhor qualidade e veracidade para as histórias apresentadas.

Percebendo que não conseguiria alterar a mentalidade dos responsáveis pela série, Roberts tentou durante anos quebrar seu contrato. Neste meio tempo, recusava-se a dedicar-se por completo em sua atuação, discutindo com os diretores que pediam mais emprenho. O ator chegou ao ponto de não decorar suas falas, precisando de alguém por trás das câmeras para lhe passar o diálogo. Mesmo assim, exigia que fossem produzidos mais episódios centralizados em seu personagem.

Sua atitude era acobertada pelos produtores e colegas de elenco junto à imprensa, algo que contradizia o comportamento de Roberts junto à mídia, visto que o ator costumava falar mal de seu personagem, da série e dos colegas. Ameaças por parte da NBC em processá-lo ou em prejudicar sua carreira não mudaram a atitude do ator em relação à série. Como resultado, ele foi isolado dos demais, não conseguindo criar laços de amizades com ninguém da produção ou do elenco. Durante a produção da série, Roberts ganhou o apelido de "o encrenqueiro de Ponderosa".

Em 1963, com a aproximação do final de seu contrato de cinco anos, Roberts deixou claro sua intenção de não renová-lo. Assim, para substituí-lo, foi criado o personagem de um primo dos Cartwright, Will, que foi interpretado por Guy Williams. O personagem foi introduzido ainda durante a presença de Pernell no elenco para acostumar o público com a futura mudança.



Na história, Adam se casaria e se mudaria do rancho Ponderosa. Pernell provocou novamente a produção ao pedir que a personagem da futura esposa de Adam fosse uma nativa interpretada por uma negra. A notícia da futura saída do ator do elenco chegou ao público que se manifestou em massa contra a decisão. Assim, Roberts foi persuadido a renovar seu contrato por mais um ano; mas, no final de 1964, ele anunciou novamente sua saída da série. Apesar das tentativas em fazê-lo mudar de idéia, desta vez, o ator deixou o elenco de "Bonanza". Ao longo de sua vida, Roberts permaneceu irredutível em sua decisão de nunca mais falar sobre sua experiência com a série.

Pernell Roberts tentou dar continuidade à sua carreira no teatro e no cinema, mas nesse meio tempo já tinha ganho a reputação de encrenqueiro. Com isso, ele foi forçado a voltar ao circuito de participações especiais em séries de TV como "A Garota da UNCLE", "James West", "Lancer", "Havaí 5-0", "O Barco do Amor", entre outras.

O ator aposentou-se no início desta década, sendo que um de seus últimos trabalhos foi em 2001 quando apareceu em "Diagnosis Murder" reinterpretando um personagem que tinha feito para a série "Mannix" no final dos anos 60. Além de ator, Pernell também era cantor, tendo gravado três álbuns, dois para a série "Bonanza", na qual em alguns episódios interpretou várias canções, e um terceiro disco solo em 1962.

Defensor dos direitos humanos, Roberts se manifestava frequentemente contra a discriminação racial. Durante a série "Bonanza", costumava exigir dos roteiristas, um maior número de personagens da chamada minoria. Em 1965, Roberts participou de uma passeata ao lado de Martin Luther King Jr., em prol dos direitos civis dos afro-americanos realizada em Selma, Alabama.

Pernell foi casado 4 vezes. A primeira entre 1951 e 1959, com Vera Mowry, professora na Washington State University, com quem teve seu filho, Jonathan Christopher Roberts; falecido em 1989 aos 38 anos de idade vítima de um acidente de moto. A segunda, entre 1962 e 1971 com Judith Anna LeBreque e a terceira entre 1972 e 1996, com Kara Knack. Atualmente, estava casado com Eleanor Criswell, que ficou ao seu lado até o final.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ALMA DE EDUCADOR

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