Quisera muito que uma menina, menina de Alma amada conseguisse ver, olhar, entender... Busco tanto sua Alma e ela se mantém tão distante... Como é possível se amar tanto e o olho da menina não ver... O fascínio por outros caminhos é tão grande, que a menina que cresceu em tamanho continua menina...não percebe os perigos do caminho, ou a sua alegria e desejo por outros caminhos é tão grande que não quer perceber...ou o é assim que seu coração quer... Ah! Menina, queria tanto que seu olhar fosse outro, mas como alcançar um coração que não quer ser alcançado? Quando o desejo fala mais alto, que importam os caminhos... Como sempre ouvi, e começo a acreditar, "Triste fim", quem tiver ouvidos para ouvir que ouça...não há ouvido ou olhos quando a fascinação é maior que qualquer amor que se possa ter...
Esse pensamento traduz o que um coração quer tanto de outro coração...
Viver a fidelidade se traduz na alegria de compartilhar com alguém a própria vida, procurando a felicidade e a melhora pessoal de nosso companheiro, gerando estabilidade e confiança perduráveis, tendo como resultado o amor verdadeiro.
Como desejo que seu coração entenda, como quero que seu coração veja... Eu sempre te espero...
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O primeiro livro no mundo com versão completa na WWW é um projeto carioca, feito em Ipanema! Conheça o texto de Marisa Prado ilustrado pelo traço inconfundível do mestre Ziraldo. É recomendado para pessoas de todas as idades.
Não confundir o amor com a paixão dos primeiros momentos, que pode desaparecer. O verdadeiro carinho cresce na medida em que os dois estão mais unidos, porque partilham mais. Mas para partilhar é preciso dar. Dar é a chave do amor. Amor significa sempre entrega, dar-se ao outro. Só pelo sacrifício se conserva o amor mútuo, porque é preciso aprender a passar por alto os defeitos, a perdoar uma e outra vez, a não devolver mal por mal, a não dar importância a uma frase desagradável, etc. Por isso o amor também significa exceder-se, fazer mais do que é devido.
Um velho sábio chinês estava caminhando por um campo de neve, quando viu uma mulher chorando. Dirigiu-se a ela e perguntou: - Porque choras? - Porque me lembro do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho... Deus foi cruel comigo por me fazer lembrar. Ele sabia que, ao recordar a primavera da minha vida, eu sofreria e acabaria chorando. O sábio, então, em silêncio ficou contemplando o campo de neve, com o olhar fixo em determinado ponto... A mulher, intrigada com aquela atitude, parou de chorar e perguntou: - O que estás vendo aí? - Eu vejo um campo florido, disse o sábio. Deus foi generoso comigo por me fazer lembrar. Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a primavera e sorrir.