sábado, 1 de dezembro de 2007

AS CHUVAS NOS OLHOS

Tens o direito de chorar, mas mesmo entre lágrimas não tens o direito de renunciar à alegria."
Michel Quoist

As Chuvas dos Olhos
“Chove. Na fonte das águas, chove. Na fronte das lágrimas do pretérito calado. Lavando a chuva dos olhos cansados. Chovendo nos mares, nos mares amados.” Há quanto tempo você não chora? Há quanto tempo seus olhos não são inundados por lágrimas, por estas pequenas gotas que parecem nascer em nosso coração? Há quanto tempo? Assim como o fenômeno natural da precipitação atmosférica, a chuva, realiza o trabalho de purificar a terra, a água e o ar, também nossas lágrimas têm tal função. A de limpar nosso íntimo, a de externar nossas emoções, sejam elas de alegria ou de pesar. Precisamos aprender a expressar nossos sentimentos. Nossa cultura possui conceitos arraigados, como o de que “homem não chora”, ou que “é feio chorar”, que surgem em nossas vidas desde quando crianças, na educação familiar, e acabam por internalizarem-se em nossa alma, continuando a apresentar manifestações na vida adulta. Sejamos homens ou mulheres na Terra, saibamos que todos rumamos para a busca da sensibilidade, do autodescobrimento, e da expressão de nossos sentimentos. Tudo que deixarmos guardado virá à tona, cedo ou tarde. Se forem bons os sentimentos contidos, estaremos perdendo uma oportunidade valiosa de trazê-los ao mundo, melhorando nossas relações com o próximo e conosco mesmo. Se forem sentimentos desequilibrados, estaremos perdendo a chance de encará-los, de analisá-los, e de tomar providências para que possam ser erradicados de nosso interior. As barreiras que nos impedem de nos emocionar, de chorar, são muitas vezes as mesmas que nos fazem pessoas fechadas e retraídas. Barreiras que carecemos romper, para que nossos dias possam ser mais leves, mais limpos, como a atmosfera que recebe a água da chuva, e nela encontra sua purificação. As chuvas dos olhos fazem um bem muito grande. Desabafar, colocar para fora o que angustia nosso íntimo, ou o que lhe dá alegria, é um exercício precioso. Um hábito salutar. Dizer a alguém o quanto o amamos, quando este sentimento surgir em nosso coração – mesmo sem um motivo especial -, será sempre uma forma de fortalecimento de laços. De construção de uma união mais feliz, e principalmente, um recurso para elevarmos nossa auto-estima, nosso auto-amor. * * * Deus nos concedeu a chuva para regar os campos, para tornar mais puro o ar. Também nos presenteou com as lágrimas, para que as nossas paisagens íntimas pudessem ser regadas, e para que os ares do Espírito encontrassem a pureza.
Redação do Momento Espírita.

FILOSOFANDO XX

É preferível ser um otimista que erra às vezes,
do que um pessimista que acerta sempre.

A OUTRA JENELA




A menina debruçada na janela trazia nos olhos grossas lágrimas e o peito oprimido pelo sentimento de dor causado pela morte de seu cão de estimação.
Com pesar observava atenta o jardineiro enterrar o corpo do amigo de tantas brincadeiras.
A cada pá de terra jogada sobre o animal, sentia como se sua felicidade estivesse sendo soterrada também.
O avô que observava a neta, aproximou-se e a envolveu em um abraço e falou-lhe com serenidade:
- Triste a cena, não é verdade?
A netinha ficou ainda mais triste e as lágrimas rolaram em abundância.
No entanto, o avô que desejava confortá-la chamou-lhe a atenção para outra realidade.
Tomou-a pela mão e a conduziu para uma janela localizada no lado oposto da ampla sala.
Abriu as cortinas e permitiu-lhe que visse o jardim florido a sua frente e perguntou-lhe carinhosamente:
- Está vendo aquele pé de rosas amarelas bem ali a frente?
- Lembra que você me ajudou a plantá-lo?
- Foi em um dia de sol como hoje que nós dois o plantamos. Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos e hoje veja como está lindo, carregado de flores perfumadas e botões como promessa de novas rosas.
A menina enxugou as lágrimas que ainda teimavam em permanecer em suas faces e abriu um largo sorriso mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre umas e outras das tantas rosas de variados matizes que enfeitavam o jardim.
O avô, satisfeito pôr te- la ajudado a superar o momento de dor falou-lhe com afeto:
- Veja, minha filha. A vida nos oferece sempre várias janelas.
Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza sem que possamos alterar o quadro, voltamo-nos para outra e certamente nos deparamos com uma paisagem diferente.
Tantos são os momentos de nossa existência, tantas as oportunidades de aprendizado que nos visitam no dia-a-dia que não vale a pena sofrer diante de quadros que não podemos alterar.
São experiências valiosas da vida, das quais devemos tirar lições oportunas sem nos deixar tragar pelo desespero e revolta que só infelicitam.
A nossa visão do mundo é muito limitada.
Se hoje você está a observar um quadro desolador, lembre-se de que existem tantas outras janelas, com paisagens repletas de promessas de melhores dias.
Não se permita contemplar a janela da dor.
Aproveite a lição e siga em frente com ânimo e disposição.
Agindo assim, o gosto amargo do sofrimento logo cede lugar ao sabor agradável de viver.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

PAPAI NOEL

Mande sua cartinha ao Papai Noel e ele visita o seu E-mail...Ele é uma graça e a música é para comover todas as idades...O meu amigo André tem certeza que ele existe...
Clique na imagem e vocé ira para a página...responda as perguntas e é só aguardar a visita do Papai Noel...

PARA AQUELES QUE AMAM A LUA

As imagens muito belas da companheira dos românticos e dos apaixonados.

Às vezes o romantismo está disfarçado de melancolia, de um desejo que não se sabe do que ou por que...

eu me apaixono mais pelo por do sol...

quando ele começa ir embora para a noite e a lua chegar...

A lua as vezes vem de dia, vem com o sol se confrontar...

Ela é apaixonada por ele, e quando se esconde do outro lado, e ela não o alcança, dá um jeito de dia aparecer.

Eu que sou romântico, também gosto muito da lua...

só não gosto quando vejo que podem usá-la para roubar o meu amor.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

HAND AND HAND BALLET

Meu teclado qualquer entra em curto circuito.
Lágrimas...Ainda bem que não se misturam as outras lágrimas, tem horas que é dificíl viver em alegria...
Que "inveja" do parceiro, que têm a confiança da dançarina que se entrega totalmente em seus braços...
Também quem consegue ficar sem se emocionar com uma música tão linda e dois bailarinos com suas deficiências fisicas, mostrando o mais que BELO da dança.
Maravilhoso, simplesmente maravilhoso.


quarta-feira, 28 de novembro de 2007

A CIGARRA E A FORMIGA



A Cigarra e a Formiga é uma das fábulas atribuídas a Esopo e recontada por Jean de La Fontaine.

Tendo a cigarra cantado durante o verão,
Apavorou-se com o frio da próxima estação.
Sem mosca ou verme para se alimentar,
Com fome, foi ver a formiga, sua vizinha,
pedindo-lhe alguns grãos para agüentar
Até vir uma época mais quentinha!
- "Eu lhe pagarei", disse ela,
- "Antes do verão, palavra de animal,
Os juros e também o capital."
A formiga não gosta de emprestar,
É esse um de seus defeitos.
"O que você fazia no calor de outrora?"
Perguntou-lhe ela com certa esperteza.
- "Noite e dia, eu cantava no meu posto,
Sem querer dar-lhe desgosto."
- "Você cantava? Que beleza!
Pois, então, dance agora!"

Boa introduçao, para assuntos ligados a preguiça e também ao egoismo.

ALMA DE EDUCADOR

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