segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Quando um Homem Ama uma Mulher
Quando Um Homem Ama Uma Mulher
Quando um Homem ama uma Mulher
(Michael Bolton)
Quando um homem ama uma mulher
Não consegue manter sua mente em nada mais.
Ele trocaria o mundo
Por uma coisa boa que encontrou.
Se ela for má, ele não consegue perceber isso,
Ela não pode fazer nada errado
Ele vira as costas para seu melhor amigo
Se o amigo criticá-la.
Quando um homem ama uma mulher
Gasta seu último centavo
Tentando agarrar-se ao que ele precisa.
Ele abriria mão de todos os seus confortos
E dormiria lá fora na chuva,
Se ela dissesse que esse é o modo
de como deveria ser.
Quando um Homem ama uma Mulher
Ele da tudo o que tem ( yeah)
Tenta segurar seu precioso amor
Baby, baby não me trate mal.
Quando um homem ama uma mulher,
Bem no fundo de sua alma,
Ela pode lhe trazer tal miséria,
Se ela está brincando com ele como se fosse um bobo
Ele é o último a saber,
Olhos apaixonados nunca conseguem ver...
Sim, quando um homem ama uma mulher,
Eu sei exatamente o que ele sente.
Pois, baby, baby, baby,
Eu sou um homem
Quando um homem ama uma mulher
VOTO DE CABRESTO
Está surgindo um novo tipo de voto de cabresto, é o voto do cajado.
A "indicação" de que tal ou qual candidato é de Deus e o outro demonizado está "levando" ao poder paralelo os lideres religiosos que "santificam" o candidato, instruindo os seguidores à votar em massa no candidato.
Se isso não é cabresto, o que é?
O voto de cabresto é um sistema tradicional de
controle de poder político através do abuso de autoridade, compra
de votos ou utilização da máquina pública. É um mecanismo muito recorrente
nos rincões mais pobres do Brasil como característica do coronelismo.
A figura do coronel era muito comum durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões do interior do Brasil. O coronel era um grande fazendeiro que utilizava seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apoiava. Era usado o voto de cabresto, onde o coronel (fazendeiro) obrigava e usava até mesmo de violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados por ele. Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que votassem nos candidatos por ele indicados. O coronel também utilizava outros recursos para conseguir seus objetivos políticos, tais como compra de voto, votos fantasmas, troca de favores, fraudes eleitorais e violência.
No sistema político e eleitoral brasileiro, nos dias atuais, é muito difícil controlar o voto das pessoas. Mas há novos mecanismos de pressão que são usados. Por exemplo, anotar as secções em que os eleitores de uma determinada família ou localidade votam, para depois conferir se a votação do candidato correspondeu ao que se esperava dos eleitores. Embora não seja possível se determinar "quem" votou em "quem" por este método, ele é eficaz entre a população mais pobre como instrumento de pressão psicológica.
Mas há também o uso de poder das milicias, nas comunidades pobres, que obrigam os moradores locais a votar em quem eles querem, ou não permitem o voto em candidatos cujo a milicia não aceita; se a população não cumpre a milícia pode abusar do poder e causar mortes ou parar de "ajudar" os moradores
A figura do coronel era muito comum durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões do interior do Brasil. O coronel era um grande fazendeiro que utilizava seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apoiava. Era usado o voto de cabresto, onde o coronel (fazendeiro) obrigava e usava até mesmo de violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados por ele. Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que votassem nos candidatos por ele indicados. O coronel também utilizava outros recursos para conseguir seus objetivos políticos, tais como compra de voto, votos fantasmas, troca de favores, fraudes eleitorais e violência.
No sistema político e eleitoral brasileiro, nos dias atuais, é muito difícil controlar o voto das pessoas. Mas há novos mecanismos de pressão que são usados. Por exemplo, anotar as secções em que os eleitores de uma determinada família ou localidade votam, para depois conferir se a votação do candidato correspondeu ao que se esperava dos eleitores. Embora não seja possível se determinar "quem" votou em "quem" por este método, ele é eficaz entre a população mais pobre como instrumento de pressão psicológica.
Mas há também o uso de poder das milicias, nas comunidades pobres, que obrigam os moradores locais a votar em quem eles querem, ou não permitem o voto em candidatos cujo a milicia não aceita; se a população não cumpre a milícia pode abusar do poder e causar mortes ou parar de "ajudar" os moradores
domingo, 7 de outubro de 2012
PANFLETOS IMUNDAM AS RUAS
Tem que sair uma lei imediata proibindo o uso de panfletos jogados na rua.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Nebulosa Dumbbell
O oxigênio elementos (aqui tingido de azul), hidrogênio-alfa (vermelho) e enxofre (verde) revelam uma camada externa de gases expandindo ao redor do centro brilhante da Nebulosa Dumbbell em uma imagem recentemente divulgada pelo Observatório Astronômico Nacional óptico .
Embora a luz da nebulosa deve viajar mil anos para chegar à Terra, Dumbbell é uma das nebulosas planetárias mais brilhante no nosso céu e é visível com um par de binóculos normais.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
A SUA VIDA NA INTERNET
O seu perfil com dados em todas as redes sociais podem servir para fuçar em sua vida.
Esse vídeo mostra como é possivel usar de seus dados para convencer você mesmo que alguém pode "ler" a sua vida.
Colocaram um rapaz vestido de vidente dentro de uma tenda e ele fornecia informações verdadeiras sobre as pessoas que eram convidadas a testar seus poderes.
Todas as informações foram passadas para ele através de um ponto eletrônico usando a internet como fonte de pesquisa.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
É VERDADE
– Pai, todos os contos de fadas começam com “Era uma vez”?
– perguntou a garotinha.
– Não – respondeu ele.
– Muitos começam com “Se eleito, prometo...”.
– perguntou a garotinha.
– Não – respondeu ele.
– Muitos começam com “Se eleito, prometo...”.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
O SALVADOR
Na floresta é normal os patinhos se atirarem de lugares altos. A relva não deixa os patinhos se espatifarem no chão. Mas na cidade, a calçada dura, por certo todos os patinhos morreriam, mas eis que surge um salvador.
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