quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

DEPUTADOS QUE NÃO FREQUENTARAM SESSÕES DA CÂMARA

O site ‘Congresso em Foco’ divulgou nesta quinta-feira, 13, lista com os nomes dos dez deputados federais mais faltosos da legislatura que se encerra no dia 31 de janeiro. 
Na média, eles não estavam presentes em quase metade dos 422 dias com sessões reservadas a votações no plenário ocorridas entre fevereiro de 2007 e dezembro de 2010. Três deles mais faltaram do que registraram presença.
A lista é encabeçada pelos deputados Nice Lobão (DEM-MA), Jader Barbalho (PMDB-PA), que renunciou ao mandato em novembro, Vadão Gomes (PP-SP), Ciro Gomes (PSB-CE) e Marina Magessi (PPS-RJ). Marcos Antonio (PRB-PE), Miguel Martini (PHS-MG), Fernando de Fabinho (DEM-BA), Silas Câmara (PSC-AM) e Alexandre Silveira (PPS-MG) completam o ranking. 
De todos, apenas três foram reeleitos: Nice Lobão, Silas Câmara e Alexandre Silveira.

QUANDO ESSE PAIS VAI MUDAR...?
QUANDO O POVO MUDAR...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Museu Felícia Leirner

Campos do Jordão, uma cidade maravilhosa para se passar uns dias, entre suas belezas naturais fica o  Museu Felícia Leirner, está localizado na Av. Dr. Luis Arrobas Martins, 1880 - Alto da Boa Vista, em uma área de 350.000 m2 no jardim do Auditório Cláudio Santoro. 
O espaço reúne cerca de 108 obras da artista polonesa, esculpidas em bronze e cimento branco que foram doadas por ela ao Governo do Estado de São Paulo em 1978.
São figuras zoomórficas e humanas, além de gigantescas imagens brancas que nascem da grama para estabelecer uma comunhão perfeita com a paisagem.
Por entre suas alamedas sombreadas e floridas, pode-se sentir toda a alma da escultora através de suas peças expostas em pontos estratégicos e a belíssima vista da pedra do baú com todo seu encanto.


Algumas fotos do local.









domingo, 9 de janeiro de 2011

GALÁXIA FIREWORKS

A fireworks, também conhecida como NGC 6946, esta grande e bela galáxia espiral está a 10 milhões de anos-luz de distância, atrás de um véu de estrelas de primeiro plano na constelação de Cepheus .



Nesta imagem colorida , as cores desta galáxia, vão desde a luz amarela de velhas estrelas do centro galáctico ao azul aglomerados de estrelas jovens ou o vermelho das regiões de formação estelar nos braços espirais fragmentado.

NGC 6946 também brilha na luz infravermelha e é rica em gás e poeira, por isso tem uma elevada taxa muito de nascimento e morte das estrelas.

Com cerca de 40.000 anos-luz de diâmetro, NGC 6946 também é conhecida como a Galáxia fogos de artifício.

Nos últimos 100 anos, foi descoberto em NGC 6946, pelo menos, nove supernovas, que são as explosões que acontecem quando morre uma estrela massiva.


Galaxia de los Fuegos Artificiales NGC 6946

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

POEMA DA GRATIDÃO

Poema da Gratidão
Muito obrigado Senhor!
Muito obrigado pelo que me deste.
Muito obrigado pelo que me dás.
Obrigado pelo pão, pela vida, pelo ar, pela paz.
Muito obrigado pela beleza que os meus olhos vêem no altar da natureza.
Olhos que fitam o céu, a terra e o mar
Que acompanham a ave ligeira que corre fagueira pelo céu de anil
E se detém na terra verde, salpicada de flores em tonalidades mil.

Muito obrigado Senhor!
Porque eu posso ver meu amor.
Mas diante da minha visão
Eu detecto cegos guiando na escuridão
que tropeçam na multidão
que choram na solidão.

Por eles eu oro e a ti imploro comiseração
porque eu seique depois desta lida, na outra vida, eles também enxergarão!

Muito obrigado Senhor!
Pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus.
Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro
A melodia do vento nos ramos do olmeiro
As lágrimas que vertem os olhos do mundo inteiro!

Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça a cantar.
A melodia dos imortais, que se houve uma vez e ninguém a esquece nunca mais!
A voz melodiosa, canora, melancólica do boiadeiro.
E a dor que geme e que chora no coração do mundo inteiro!

Pela minha alegria de ouvir, pelos surdos, eu te quero pedir
Porque eu sei
Que depois desta dor, no teu reino de amor, voltarão a sentir!

Obrigado pela minha voz
Mas também pela sua voz
Pela voz que canta
Que ama, que ensina, que alfabetiza,
Que trauteia uma canção
E que o Teu nome profere com sentida emoção!

Diante da minha melodia
Eu quero rogar pelos que sofrem de afazia.
Eles não cantam de noite, eles não falam de dia.
Oro por eles
Porque eu sei, que depois desta prova, na vida nova
Eles cantarão!

Obrigado Senhor!
Pelas minhas mãos
Mas também pelas mãos que aram
Que semeiam, que agasalham.
Mãos de ternura que libertam da amargura
Mãos que apertam mãos
De caridade, de solidariedade
Mãos dos adeuses
Que ficam feridas
Que enxugam lágrimas e dores sofridas!

Pelas mãos de sinfonias, de poesias, de cirurgias, de psicografias!
Pelas mãos que atendem a velhice
A dor
O desamor!
Pelas mãos que no seio embalam o corpo de um filho alheio sem receio!
E pelos pés que me levam a andar, sem reclamar!

Obrigado Senhor!
Porque me posso movimentar.
Diante do meu corpo perfeito
Eu te quero rogar
Porque eu vejo na Terra
Aleijados, amputados, decepados, paralisados, que se não podem movimentar.

Eu oro por eles
Porque eu sei, que depois desta expiação
Na outra reencarnação
Eles também bailarão!

Obrigado por fim, pelo meu Lar.
É tão maravilhoso ter um lar!
Não é importante se este Lar é uma mansão, se é uma favela, uma tapera, um ninho, um grabato de dor, um bangalô, uma casa do caminho ou seja lá o que for.

Que dentro dele, exista a figura
do amor de mãe, ou de pai
De mulher ou de marido
De filho ou de irmão
A presença de um amigo
A companhia de um cão
Alguém que nos dê a mão!

Mas se eu a ninguém tiver para me amar
Nem um teto para me agasalhar,
nem uma cama para me deitar
Nem aí reclamarei.
Pelo contrário, eu te direi

Obrigado Senhor!
Porque eu nasci!
Obrigado porque creio em ti
Pelo teu amor, obrigado senhor!

Amélia Rodrigues

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

BOA SORTE




Boa Sorte / Good Luck

Vanessa da Mata




É só isso
Não tem mais jeito
Acabou, boa sorte
Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará
Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais
That's it
There's no way
It's over, good luck
I've nothing left to say
It's only words
And what l feel
Won’t change
Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It's too much
É pesado / It's heavy
Não há paz / There is no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais / Isn't real
Expectativas / Expectations
Desleais
Mesmo se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha
Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais
Now even if you hold yourself
I want you to get cured
From this person
Who advises you
There is a disconnection
See through this point of view
There are so many special
People in the world
So many special
People in the world
In the world
All you want
All you want
Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It's too much
É pesado / It's heavy
Não há paz / There's no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais / Isn't real
Expectativas / That expectations
Desleais
Now we're falling
Falling, falling
Falling into the night
Into the night
Falling, falling, falling
Falling into the night
Now we're falling
Falling, falling
Falling into the night
Into the night
Falling, falling, falling
Falling into the night



Neste video, dois amigos americanos cantando, o destaque é para o sotaque lindo da cantora.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

EXOESQUELETO

Amanda, paraplégica, atua como espécie de piloto de testes de um exoesqueleto criado por engenheiros da Berkeley Bionics para as Forças Armadas Americanas. 
Com ele, soldados conseguem levantar objetos de 90 quilos.


MATERIA COMPLETA FANTASTICO



domingo, 2 de janeiro de 2011

COMUNICAÇÃO DE UM ORAGOTANGO




Assim como os seres humanos, os orangotangos também usam mímica para se comunicar, disseram cientistas na publicação científica Biology Letters.

Nesse vídeo, este orangotango, uma fêmea chamada Siti, tenta fazer com que o homem a ajude a quebrar um coco.

Ela pega um pedaço de palmeira e bate repetidas vezes no coco, imitando a ação que o homem a sua frente faria com seu facão para abrir a fruta.

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