segunda-feira, 16 de julho de 2007

DO LIVRO - PAIS BRILHANTES, PROFESSORES FASCINANTES

Autor - Augusto Cury

Sete Hábitos dos Bons Professores e dos Professores Fascinantes

1 • Bons professores são eloqüentes, professores fascinantes conhecem o funcionamento da mente

2 • Bons professores possuem metodologia,professores fascinantes possuem sensibilidade

3 • Bons professores educam a inteligência lógica, professores fascinantes educam a emoção

4 • Bons professores usam a memória como depósito de informações, professores fascinantes usam-na como suporte da arte de pensar

5 • Bons professores são mestres temporários, professores fascinantes são mestres inesquecíveis

6 • Bons professores corrigem comportamentos, professores fascinantes resolvem conflitos em sala de aula

7 • Bons professores educam para uma profissão, professores fascinantes educam para a vida

DIA A DIA, PEDRA A PEDRA, SE CONSTRÓI UM SONHO...
( FRANCISCO DE ASSIS )

Maisie Devore é uma Senhora de 83 anos de idade que vive no estado de Kansas, EUA. Durante 30 anos, 1 vez ao mês, conduzia pelos estradas coletando latinhas de aluminio, carcaças metálicas e peças de automóveis para depois levá-las a um centro de reciclagem, onde vendia tudo o que juntava. Ano após ano, latinha por latinha, Maisie conseguiu juntar 73 mil dólares, e com uma pequena ajuda, conseguiu reunir a quantidade de 100 mil.
Todo este dinheiro foi destinado à contrução de um albergue comunitário, para que as famílias e especialmente as crianças, pudessem desfrutar de áreas de diversão.
O que mais surpreende nesta senhorinha, é sua mentalidade e vontades de triunfar; apesar da idade, tinha na mente uma forte convicção que levou-a tão longe como ela quis. Segundo suas próprias palavras:
- "Se realmente queres algo e o persegues com toda tua mente e força, consegui-lo-ás de uma forma ou outra."


RODEIOS...QUEM É O VERDADEIRO ANIMAL ?

O FUTURO EM NOSSAS MÃOS

Quem briga com a natureza, envenena a sua própria mesa...

domingo, 15 de julho de 2007

TRANSCRIÇÃO DO DISCURSO DE
SEVERN CULLIS SUZUKI NA ECO 92

“Olá! Eu sou Severn Suzuki. Represento, aqui na ECO, a Organização das Crianças em Defesa do Meio Ambiente. Somos um grupo de crianças canadenses, de 12 e 13 anos, tentando fazer a nossa parte, contribuir. Vanessa Sultie, Morgan Geisler, Michelle Quigg e eu. Foi através de muito empenho e dedicação que conseguimos o dinheiro necessário para virmos de tão longe, para dizer a vocês, adultos, que têm que mudar o seu modo de agir.

Ao vir aqui, hoje, não preciso disfarçar meu objetivo: estou lutando pelo meu futuro. Não ter garantia quanto ao meu futuro não é o mesmo que perder uma eleição ou alguns pontos na bolsa de valores. Estou aqui para falar em nome das gerações que estão por vir. Estou aqui para defender as crianças que passam fome pelo mundo e cujos apelos não são ouvidos. Estou aqui para falar em nome das incontáveis espécies de animais que estão morrendo em todo o planeta, porque já não têm mais aonde ir. Não podemos mais permanecer ignorados!

Eu tenho medo de tomar sol, por causa dos buracos na camada de ozônio. Eu tenho medo de respirar este ar, porque não sei que substâncias químicas o estão contaminando. Eu costumava pescar em Vancouver, com meu pai, até que, recentemente, pescamos um peixe com câncer. E, agora, temos o conhecimento que animais e plantas estão sendo destruídos e extintos dia após dia.

Eu sempre sonhei em ver grandes manadas de animais selvagens, selvas e florestas tropicais repletas de pássaros e borboletas. E, hoje, eu me pergunto se meus filhos vão poder ver tudo isso. Vocês se preocupavam com essas coisas quando tinham a minha idade?

Tudo isso acontece bem diante dos nossos olhos e, mesmo assim, continuamos agindo como se tivéssemos todo o tempo do mundo e todas as soluções. Sou apenas uma criança e não tenho todas as soluções; mas, quero que saibam que vocês também não as têm.

Vocês não sabem como reparar os buracos na camada de ozônio. Vocês não sabem como salvar os peixes das águas poluídas. Vocês não podem ressuscitar os animais extintos. E vocês não podem recuperar as florestas que um dia existiram onde hoje há desertos. Se vocês não podem recuperar nada disso, por favor, parem de destruir!

Aqui, vocês são os representantes de seus governos, homens de negócios, administradores, jornalistas ou políticos; mas, na verdade, vocês são mães e pais, irmãs e irmãos, tias e tios. E todos, também, são filhos.

Sou apenas uma criança, mas sei que todos nós pertencemos a uma sólida família de 5 bilhões de pessoas; e que, ao todo, somos 30 milhões de espécies compartilhando o mesmo ar, a mesma água e o mesmo solo. Nenhum governo, nenhuma fronteira poderá mudar esta realidade.

Sou apenas uma criança, mas sei que esses problemas atingem a todos nós e deveríamos agir como se fôssemos um único mundo rumo a um único objetivo. Estou com raiva, não estou cega e não tenho medo de dizer ao mundo como me sinto.

No meu país, geramos tanto desperdício! Compramos e jogamos fora, compramos e jogamos fora, compramos e jogamos fora… E nós, países do Norte, não compartilhamos com os que precisam. Mesmo quando temos mais do que o suficiente, temos medo de perder nossas riquezas, medo de compartilhá-las. No Canadá, temos uma vida privilegiada, com fartura de alimentos, água e moradia. Temos relógios, bicicletas, computadores e aparelhos de TV.

Há dois dias, aqui no Brasil, ficamos chocados quando estivemos com crianças que moram nas ruas. Ouçam o que uma delas nos contou: “Eu gostaria de ser rica; e, se o fosse, daria a todas as crianças de rua alimentos, roupas, remédios, moradia, amor e carinho”. Se uma criança de rua, que nada tem, ainda deseja compartilhar, por que nós, que tudo temos, somos ainda tão mesquinhos?

Não posso deixar de pensar que essas crianças têm a minha idade e que o lugar onde nascemos faz uma grande diferença. Eu poderia ser uma daquelas crianças que vivem nas favelas do Rio. Eu poderia ser uma criança faminta da Somália, ou uma vítima da guerra no Oriente Médio; ou, ainda, uma mendiga na Índia.

Sou apenas uma criança; mas, ainda assim, sei que se todo o dinheiro gasto nas guerras fosse utilizado para acabar com a pobreza, para achar soluções para os problemas ambientais, que lugar maravilhoso a Terra seria!

Na escola, desde o jardim da infância, vocês nos ensinaram a sermos bem-comportados. Vocês nos ensinaram a não brigar com as outras crianças, a resolver as coisas da melhor maneira, a respeitar os outros, a arrumar nossas bagunças, a não maltratar outras criaturas, a dividir e a não sermos mesquinhos. Então por que vocês fazem justamente o que nos ensinaram a não fazer?

Não esqueçam o motivo de estarem assistindo a estas conferências e para quem vocês estão fazendo isso. Vejam-nos como seus próprios filhos. Vocês estão decidindo em que tipo de mundo nós iremos crescer. Os pais devem ser capazes de confortar seus filhos dizendo-lhes: “Tudo vai ficar bem, estamos fazendo o melhor que podemos, não é o fim do mundo”. Mas, não acredito que possam nos dizer isso. Nós estamos em suas listas de prioridades?

Meu pai sempre diz: “Você é aquilo que faz, não o que você diz”. Bem… O que vocês fazem, nos faz chorar à noite.

Vocês, adultos, dizem que nos amam… Eu desafio vocês: por favor, façam com que suas ações reflitam as suas palavras.

Obrigada!”

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Severn Cullis-Suzuki (Wikipédia):
ECO-92 (Wikipédia):
http://pt.wikipedia.org/wiki/ECO-92

DISCURSO DE SEVERN SUZUKI NA ECO 92

Meu pai sempre diz: “Você é aquilo que faz, não o que você diz”. Bem… O que vocês fazem, nos faz chorar à noite.
Vocês, adultos, dizem que nos amam… Eu desafio vocês: por favor, façam com que suas ações reflitam as suas palavras.





DO LIVRO - VIVENDO, AMANDO E APRENDENDO

Autor - Leo Buscaglia

Nikos Kazantzakis sugere que os professores ideais são os que se fazem de pontes, que convidam os alunos a atravessarem, e depois, tendo facilitado a travessia,
Desmoronam-se com prazer, encorajando-os a criarem as suas próprias pontes

Nenhum professor jamais ensinou alguma coisa a alguém. As pessoas aprendem
Por si. Se examinarmos a palavra "educador", vem do latim, educare, que significa dirigir, conduzir, guiar. É isso que quer dizer, guiar, ser entusiasmado você mesmo,
Compreender-se e apresentar o assunto aos outros e dizer: "Veja como é maravilhoso. Venha comer comigo".

McLuhan nos mostrou que, em média, as crianças têm cinco mil horas de TV antes de entrarem para o jardim de infância. Já viram pessoas morrendo, em tecnicolor. Viram desastres. Viram guerras e massacres. E depois nós as levamos à escola e procuramos interessá-las e motivá-las lendo "Ivo viu a ave"

Meus discípulos sempre sabem que li os trabalhos deles porque quando encontro alguma coisa que me comove, eles vêem marquinhas de lágrimas ali.

Acho que a pessoa afetuosa deve voltar à espontaneidade; voltar a tocar nos outros, segurar os outros, sorrir para os outros, pensar nos outros, interessar-se pelos Outros

Não consigo entender como é que as pessoas não estão simplesmente loucas para aprender, porque é a maior aventura do mundo, já que é o processo de transformação! Cada vez que aprendemos alguma coisa nova, nós nos tornamos uma coisa nova.

"O amor se aprende", e é verdade. O amor se aprende, o medo se aprende, o preconceito se aprende, o ódio se aprende, a preocupação se aprende,a responsabilidade se aprende, a dedicação se aprende, o respeito se aprende, a bondade e distinção se aprendem. Tudo isso se aprende

O modo de se conhecer alguma coisa, de verdade, é experimentá-la. E eu disse: "Se vocês quiserem conhecer uma árvore de verdade, têm que trepar nela, têm que Senti-la, sentar nos seus galhos, ouvir o vento soprando nas folhas. Aí poderão dizer que conhecem a árvore". E o menino tinha dito: "É, vou me lembrar disso, é Isso aí". E então, na hora do almoço, esse garoto viu uma árvore e trepou nela. O subdiretor passou por ele, viu-o lá, puxou-o para baixo e o suspendeu por duas semanas...

ALMA DE EDUCADOR

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